A história do areião: lado B

Por: Magrão

A fita não é bem por aí chicão… conheço outra história…
2003, ano que os gigantes thiaguinho(vulgo donzinho), fabiola(vulgo lambari), yves(vulgo magrão) passaram a fazer parte do esquadrão futebolistico geografiano, cepeísta, areionico…
no começo do ano rolava um futibas no pantano e era de sexta feira, cujos gigantes por ti mencionados faziam presença, assim como herrera, danilo lusa e etc. o fato é que começou a colar uma galera meio mala e muito panelista… desolados com a desunião pantanal… alguns rebeldes em uma dita sexta feira resolveram abortar o pântano e encarar de frente as areias…
Revoltados os pantanistas panelistas fizeram de tudo pra que voltassemos… mais diante a deliosidade areionica isso nunca mais aconteceu…
No início (2003) o areião era disputado nas sextas, passando no meio do ano a ser disputado também às quartas… o predominio era FFLCHiano mas haviam componentes da FAU, BIO, GEO fora os tradicionais puladores… Ovina era frequentador assíduo desde aquela época…
Em 2004 no primeiro semestre continuou às quartas e sextas mas devido às constantes incompatibilidades de horários entre a ardua tarefa academica e a futebolística, no seugundo semestre passou a ser às terças e quintas…
Para sempre…
Assim figuras carimbadas e inesquecíveis passaram pelas areias… quem não se lembra do colombiano ENAL ou então do nosso DIDI… cada uma com suas particularidades e… futebol.
Agora gigantada vamos contar a nossa história no areião…
a de cada um…
a de todos…
a história de um sentimento… muito mais… uma época
Abraço

MAGRÃO

6 Respostas para “A história do areião: lado B”

  1. Mas a história do areião é justamente essa, uns dizem que sabem sua origem, mas não estavam lá. Outros dizem que estavam lá, mas não sabem sua origem. E assim vai, até que não sabe segurar o garfo e a faca tem direito de comer.

    Toda verdade tem suas mentiras e vice-versa. Oe seja, as duas histórias são verdadeiras, mas podem ser contestadas, porque vagabundo adora contar vantagem. o areião é cemitério de malandro.

  2. A grande questão: de volta as origens. A versão conhecida por mim é a seguinte: um dia chego no CEPE para jagar um salãozinho e o Tranquera – vulgo Danie – convoca para o areião. Pronto. Cenário armado, a raça toda lá, conhecida tbm como “a velha guarda”.
    Hj é que nem missa de domingo, não falha. Faça chuva , faça sol. Nas 4 estações estamos lá.
    Abç amigos.

  3. Eu sou testemunha desses fatos e mentiras… tava lá como a coruja! Ou com a coruja… as vezes.

    lembro que o pantanal era dominado por uma turma ego-futebolística, e o bom, era que a cerca era baixa e o povo que vive na usp e nunca passou no vestiba também tinha a oportunidade de se enturmar;

    a “elite” era dominada pelo Gordura, Chicão etc… o “resto” foi que se mudou pro areião (lá eles não precisavam exibir suas belas chuteiras! Por que não tinha (a maioria era mesmo cruspiana raça pura)

    bom agora essa história de “gigantes” eu dúvido.

    Mas haverá sempre um consenso, se não há jogo, néh?

    todos concordam que por contas das panelas e as péssimas condições do gramado foi ficando cada vez mais difícil haver córum.

    e entre ficar pescando no pantanal e meter o pé na areia o povo resolveu juntar força e expulsar os amarelos do quadrado de areia.

    Trânsito sempre haverá – mais uma versão: dizem que não existe futibol coisa nenhuma – esses caras vão lá é pra fazer fumaça na beira do campo!

    … e roubar no relógio!!!

    até terça ou quinta

    herrera

  4. Que bem me lembro dos meus idos tempos de estudante secundarista e assíduo pulador do CEPE o areião estava sempre lá, só e subutilizado. Algo que a exigência de pés descalsos era demasiada à tenre cútis dos estudantes USpeanos calçados com seus super-últimos modelos de tênis e chuteiras de futebol. Lembro-me que por muitas vezes lá pelos anos 2000 e 2001 saía do colégio, pitava alguns bêrlos no PX e caía para a USP pra bater esse pântano de sexta com a antiga velha guarda desse terreno, os protagonistas da greve de 2002.
    Assim, enquanto a anormalidade futebolística se eslameava e se contorcia nos buracos do futebol pantaneiro todo o resto aguardava filas imensas de 4 ou até 5 times na única e exclusiva quadra sem reserva do salão. Como o pântano era palco do esporte mais querido só às sextas feiras, a quadra era o que restava nos outros dias úteis de nosso futebol.
    Até que um dia, enquanto se esperava cerca de três times na frente para poder entrar na quadra com aquele amargo gosto do corpo que esfria, heis que uma ventania abrupta cegou com uma areia grossa e convidativa quem aguardava ansioso naquele calvário de paciência… com lágrimas, tosse, mordidas crocantes e muito cuspe, como um peteleco nas têmporas estalou-se nas idéias destes infantes jogadores a investida nas areias. Chega de espera, chega de politécnicos, chega de viadagem, bóra arrancar esse tênis e jogar na solene areia!
    Desde aí a FFLCH e alguns simpatizantes encontraram um dos melhores centros recreativos da cidade e um dos melhores terrenos para a fruição do bom futebol.
    Fez-se assim o Areião das terças e quintas a partir das 17hs para os mais vagabundos.
    Agora… querer imputar nomes e seres específicos para explicar o surgimento desse rito totêmico é soberba demais… é como dizer que desde a construção do CEPE essa foi a galera que mais utilizou a quadra de areia… vai saber… vai saber…

  5. Lorotas. Cascatas. Lendas.
    Cada qual tem a sua. Leões-Lobos da intelectualidade uspiana. Aumentam mais não inventam no bom e velho estilo Nelson Rubens de ser.
    Segue a autêntica história:
    “1984 – Reabertura Política do Brasil
    A ditadura definhava, arrastava-se. Com ódio da hipocrisia que se instalava, Yves e Esteves, que já moravam no CRUSP resolveram sair em protesto pelas Diretas Já!, chamaram o Suvinil e os outros doidera lá do DCE. Passaram na Remo, evidentemente, e quando iam pegar o Praça da Sé para ir pra passeata, passou o Circular. O Circular 1, o primeiro circular da história, que estava sendo inaugurado naquele exato dia. Solicitaram a parada do coletivo e indagaram o motorista:
    - É quanto a passagem, motô?
    - É de graça, fio!
    - Beleza, bicho! É de graça cambada, vamo aê!
    Inaugurando o circular, deram três voltas completas na cidade universitária, lá pela quarta volta, quando o ônibus passava pela frente do Centro de Práticas Esportivas da USP, o cepê, Yves, o magrão, esse mesmo, o Mick Jagger das Arábias sentenciou:
    - Ahh Fí.. Pau no Cú dessa história de Democracia! Vamo batê uma bolinha.
    E o Suvinil:
    - Ih truta, mas tô de chinelo.
    - Então vamo naquele areial ali – apontou Esteves para o canteiro de obras da creche.”

    Essa é a verdadeira história do Areião.

  6. O importante é que o time está ganhando todas rsrsrsr.
    Um mês de gancho pela distenção na coxa, vai ser foda.
    Vai areiãoooooooo!!

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